A taxa de desemprego no Rio Grande do Norte caiu para 5,6% no segundo trimestre de 2026, o menor patamar da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), iniciada em 2012, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em divulgação de 14 de agosto. O estado teve a maior queda entre todas as unidades da federação no período, de 1,9 ponto percentual.
O recuo veio na comparação com os 7,6% registrados no primeiro trimestre de 2026. O número de desocupados no estado caiu de 113 mil para 83 mil pessoas em três meses. A população ocupada no Rio Grande do Norte somou 1,383 milhão de pessoas, com taxa de ocupação de 48,5%.
O mercado de trabalho potiguar ainda tem forte presença da informalidade: dos ocupados, 435 mil têm carteira assinada ou vínculo formal e 571 mil trabalham na informalidade, taxa de 41,3%. O rendimento médio mensal ficou em R$ 2.861, segundo o levantamento.
O resultado estadual acompanha a tendência nacional: a taxa de desemprego no Brasil recuou para 5,4% no segundo trimestre, com queda em 13 dos 27 estados, segundo o IBGE. Para os potiguares, a redução expressiva no desemprego representa mais famílias com renda do trabalho, ainda que a informalidade continue elevada.




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