A Justiça Federal leva a Júri Popular a partir desta quinta-feira, os irmãos Faberson Mattos Oliveira, o “Nenco” e Fábio Diego Mattos Oliveira, o “Pimbão” e mais Paulo Roberto de Souza Simões, o “Japoca”, acusados de no dia 4 de abril deste ano atiraram contra policiais federais na saída na boate Le Gens 300, localizada na avenida Pedro Teixeira, no conjunto Kissya. No tiroteio um agente saiu ferido com dois tiros, no braço e na perna.
O processo corre na 4ª Vara Federal com a juíza Ana Paula Serizawa Silva Podedworny, mas o júri será presidido pelo juiz Márcio Coelho de Freitas.
Os irmãos Fábio e Faberson, acusados de atirarem contra os federais, foram presos pela PF no dia 1 de julho, acusados de tráfico e venda da droga sintética “Ecstasy” em casas noturnas de Manaus. Outro suspeito de participar do tiroteio e preso pela Federal, é Allan Kennedy Nascimento.
Com eles os federais apreenderam três balanças de precisão com resquício de droga, uma porção de maconha e outra de cocaína, uma pistola calibre 380, munições, um colete a prova de balas e mais de R$ 1 mil em dinheiro na casa de Faberson.
De acordo com a polícia, os irmãos confessaram, em depoimento, ter atirado nos agentes. Eles afirmaram que estavam na boate quando um dos agentes começou a ‘criar caso’ com o primo deles, identificado como Tiago.
O processo corre na 4ª Vara Federal com a juíza Ana Paula Serizawa Silva Podedworny, mas o júri será presidido pelo juiz Márcio Coelho de Freitas.
Os irmãos Fábio e Faberson, acusados de atirarem contra os federais, foram presos pela PF no dia 1 de julho, acusados de tráfico e venda da droga sintética “Ecstasy” em casas noturnas de Manaus. Outro suspeito de participar do tiroteio e preso pela Federal, é Allan Kennedy Nascimento.
Com eles os federais apreenderam três balanças de precisão com resquício de droga, uma porção de maconha e outra de cocaína, uma pistola calibre 380, munições, um colete a prova de balas e mais de R$ 1 mil em dinheiro na casa de Faberson.
De acordo com a polícia, os irmãos confessaram, em depoimento, ter atirado nos agentes. Eles afirmaram que estavam na boate quando um dos agentes começou a ‘criar caso’ com o primo deles, identificado como Tiago.



