Na manhã de ontem, em Manaus, o mineiro abandonou o discurso conciliador que marcava a superfície da relação entre ambos. "Cada um contribui com o partido do jeito quer pode. Eu estou aqui em Manaus falando bem do PSDB e mal do PT, né? Agora, não me acho a melhor pessoa para falar de complexos".
Na sexta-feira, 8, o ex-governador paulista, que ainda se movimenta para se afirmar como candidato potencial da legenda ao Planalto em 2014, afirmou que o PSDB sofre da necessidade de ser aceito pelo PT.
