O processo investiga desvio de recursos públicos para a reeleição do tucano Azeredo em 1998. Os petistas denunciam a morosidade na apuração e no julgamento dos envolvidos.
O nome do ex-governador acusado de envolvimento no esquema não foi citado durante os vários discursos das lideranças tucanas. O presidente do PSDB, Aécio Neves, evitou falar sobre o mensalão mineiro e sobre a ausência de Azeredo. Ao ser perguntado, disse apenas que a lei vale para todos. O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, também evitou se aprofundar sobre possíveis implicações da prisão dos mensaleiros no julgamento do esquema em Minas Gerais. "Não é questão político-partidária, é institucional", disse.

