O movimento alega que os 2,6 hectares são terra pública. A propriedade é objeto de ação reivindicatória movida pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). No dia 10 deste mês, a Justiça Federal bloqueou a matrícula da fazenda, acatando pedido de tutela antecipada feita pelo Incra, por meio da Advocacia Geral da União (AGU). A empresa, que tenta reverter o bloqueio, deve entrar ainda hoje com pedido de desocupação da fazenda invadida.
