O Palácio do Catete, na região da Glória, no Rio de Janeiro, completa nesta segunda-feira 72 anos da morte do então presidente Getúlio Vargas, que cometeu suicídio no local em 24 de agosto de 1954, em meio a forte crise política marcada por denúncias de corrupção e pressão por sua renúncia.
Sede do governo federal entre 1897 e 1960, o palácio abriga hoje o Museu da República, que preservou o quarto onde Vargas morreu e já reabriu o espaço à visitação em datas comemorativas ligadas ao episódio.
A morte de Vargas, então com 71 anos, ocorreu horas depois de ele redigir a chamada carta testamento, documento em que atribuía a crise a adversários políticos; o vice-presidente Café Filho assumiu a presidência ainda naquele mesmo dia.
O episódio é tratado por historiadores como um marco da vida republicana do país e segue como um dos pontos centrais do acervo permanente do museu instalado no antigo palácio presidencial.




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