O Rio de Janeiro teve a segunda maior variação de preços entre as capitais do país em julho de 2026, com alta de 0,30% no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), atrás apenas de Rio Branco (0,32%), segundo dados divulgados pelo IBGE em 11 de agosto de 2026. O índice nacional do mês foi de 0,07%.
O resultado carioca contrasta com o de outras capitais, como Belém (-0,45%), Salvador (-0,32%) e Curitiba (-0,21%), que registraram deflação no período, segundo o instituto.
No conjunto do país, a alta de julho foi puxada pelo grupo habitação, que subiu 0,99%, com destaque para a energia elétrica residencial, cuja variação passou de 1,53% para 3,09%, e para as tarifas de água e esgoto, que avançaram 0,40%, enquanto alimentação e bebidas recuaram 0,67%, segundo o IBGE.
Para quem mora no Rio, um IPCA municipal acima da média nacional eleva a pressão sobre o custo de vida e sobre contratos corrigidos por índices de preços ao consumidor, caso de parte dos aluguéis residenciais na cidade.



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