A Bahia teve a segunda maior taxa de desemprego entre os estados brasileiros no segundo trimestre de 2026, com 9,1% da força de trabalho desocupada, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada pelo IBGE em 14 de agosto de 2026. A taxa nacional no período foi de 5,4%.
Somente o Amapá teve taxa maior, 9,8%, seguido por Pernambuco e Piauí, empatados em 8,3%, e Sergipe, com 7,9%, segundo o instituto. Já os menores índices do país ficaram em Santa Catarina (2,1%), Mato Grosso (2,2%) e Espírito Santo (2,3%).
Além da taxa de desemprego, a Bahia teve a segunda maior taxa composta de subutilização da força de trabalho do país, 24,4%, atrás apenas do Piauí, com 26,6%, segundo o IBGE — indicador que soma desocupados, subocupados por insuficiência de horas trabalhadas e força de trabalho potencial.
O quadro reforça a dificuldade do estado em gerar postos de trabalho plenos mesmo em cenário de queda do desemprego nacional, que recuou 0,7 ponto percentual frente ao primeiro trimestre de 2026, quando a taxa estava em 6,1%.



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