A Bahia registrou 8.117 casos prováveis de chikungunya até a semana epidemiológica encerrada em 10 de agosto de 2026, segundo boletim da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab) divulgado em 14 de agosto. O número representa alta de 310,8% em relação aos 1.976 casos notificados no mesmo período de 2025, e o estado confirmou a primeira morte pela doença no ano, atestada pelo Comitê Técnico Estadual de Análise de Óbitos.
De acordo com a Sesab, a incidência estadual chegou a 54,6 casos por 100 mil habitantes, com 188 municípios baianos notificando casos da doença. Alagoinhas, Rio Real, Muritiba, Teodoro Sampaio e Aramari aparecem entre os municípios com as maiores taxas de incidência por 100 mil habitantes.
A Sesab atribui o avanço da chikungunya à proliferação do mosquito Aedes aegypti, também transmissor da dengue e da zika, e reforça a necessidade de eliminação de criadouros com água parada em residências e terrenos.
A secretaria orienta que moradores com sintomas como febre alta e dores articulares intensas procurem uma unidade de saúde para diagnóstico e acompanhamento, sem recorrer à automedicação.



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