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Pentágono adotará IA da Palantir como sistema militar central dos EUA, diz memorando

Pentágono adotará IA da Palantir como sistema militar central dos EUA, diz memorando
Pentágono adotará IA da Palantir como sistema militar central dos EUA, diz memorando

Por David Jeans

NOVA YORK, 20 Mar (Reuters) - O sistema de inteligência artificial Maven, da Palantir, vai se tornar um programa formalmente adotado, disse o vice-secretário de Defesa Steve Feinberg em uma carta aos líderes do Pentágono, medida que garante o uso a longo prazo da tecnologia de direcionamento de armas da Palantir nas Forças Armadas dos EUA.

Na carta de 9 de março a altas lideranças do Pentágono e aos comandantes militares dos EUA, Feinberg disse que a incorporação do Maven Smart System da Palantir deve fornecer aos combatentes "as mais recentes ferramentas necessárias para detectar, deter e dominar nossos adversários em todos os domínios".

A expectativa é que a decisão entre em vigor no final do atual ano fiscal, que termina em setembro, de acordo com a carta, analisada pela Reuters.

O Maven é uma plataforma de software de comando e controle que analisa dados do campo de batalha e identifica alvos. Ele já é o principal sistema operacional de IA para o Exército dos EUA, que realizou milhares de ataques direcionados contra o Irã nas últimas três semanas.

Designar o Maven como um programa oficialmente adotado vai simplificar sua implementação em todos os ramos das Forças Armadas e fornecer financiamento estável e de longo prazo, disse Feinberg.

O memorando determina que a supervisão do Maven seja transferida da Agência Nacional de Inteligência Geoespacial para escritório do Pentágono responsável por inteligência artificial e tecnologias digitais no prazo de 30 dias. Segundo a carta, futuros contratos com a Palantir ficarão a cargo do Exército dos Estados Unidos.

"É imperativo que invistamos agora e com foco para aprofundar a integração da inteligência artificial (IA) em toda a Força Conjunta e estabelecer a tomada de decisão habilitada para IA como a pedra angular de nossa estratégia", escreveu Feinberg.

A Palantir e o Pentágono não responderam imediatamente a um pedido de comentário.

(Reportagem de David Jeans)

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