Brad Pitt não se demonstra completamente averso ao uso de inteligência artificial no cinema. Na realidade, o astro defendeu que a tecnologia pode auxiliar produções menores.
Como capa da revista Esquire , Pitt afirmou que longas de orçamento médio podem se beneficiar da tecnologia na parte de efeitos visuais, que acabam barateados mediante o uso de IA.
"Há muita resistência à IA, mas a IA será justamente o que, se usada como ferramenta, ajudará esses filmes de orçamento médio, filmes com orçamentos de US$ 40 a US$ 90 milhões de dólares, a serem produzidos", disse.
Mesmo que pelo lado mais técnico o artista seja um defensor da tecnologia, sua resposta não permanece a mesma ao olhar pelo ponto de vista dos atores. Ao ser questionado sobre a possibilidade de uma versão sua feita de IA trabalhar em algum filme que tenha estrelado, Pitt respondeu:
"Bem, eles teriam conseguido - não, porque - bem, depende de quem está criando, sabe?", refletiu. "Quem está por trás disso, quem está contando a história. Quem está dizendo: Quero ver essa emoção nele, e então sendo capaz de extrair informações da IA ??e pensar: Mais nessa direção, e adaptando dessa forma. Então eles poderiam, mas o produto final pode não ser exatamente o que eu escolhi e descobri."
O ator ainda falou sobre o escaneamento, prática que captura imagens do rosto e do corpo de um ator para gerar uma versão digitalizada: "Eu sou escaneado há vinte anos, e sempre coloquei no meu contrato: eles me pertencem e eu os destruo. Eu deveria tê-los guardado! Todo esse tempo eu sempre os destruí, porque sou um garoto paranoico dos Ozarks".



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