Paracas é uma península localizada no deserto da província de Pisco, na Região Ica, na costa sul do Peru. É aqui que o arqueólogo peruano, Julio Tello, fez uma descoberta surpreendente em 1928 – um cemitério enorme e contendo túmulos cheios com os restos de indivíduos com maiores crânios alongados encontrados em qualquer lugar do mundo. Estes ficaram conhecidos como as “caveiras de Paracas”.

No total, Tello encontrou mais de 300 desses crânios alongados, que se acredita ter cerca de 3.000 anos. Uma análise de DNA já foi realizado em um dos crânios e a especialista Brien Foerster lançou informações preliminares sobre esses crânios enigmáticos.
É sabido que a maioria dos casos de alongamento do crânio é o resultado da deformação do crânio, do achatamento da cabeça, em que o crânio é intencionalmente deformado pela aplicação de força ao longo de um longo período de tempo de cabeça. Ele é geralmente obtido através da colocação da cabeça entre dois pedaços de madeira.
No entanto, enquanto a deformação craniana muda a forma do crânio, mas não altera o seu volume, peso ou outras características que são características de um crânio humano normal, isso não ocorreu nos crânios de Paracas.



