A presidente da Associação dos Servidores Administrativos da Educação do Amazonas (AVAMSEG), Cléia Branches, participou nesta terça-feira (1º/9), em Brasília, de uma mobilização nacional em defesa do avanço do Projeto de Lei nº 2531/2021.
Representando os servidores do grupo de apoio da Educação do Amazonas, Cléia acompanhou as articulações que resultaram na designação do senador Marcelo Castro (MDB-PI) como relator da proposta na capital federal. O texto do PL prevê a criação de um piso salarial profissional nacional para profissionais da educação básica pública que exercem funções de apoio administrativo, técnico e operacional.
"Meu principal objetivo foi representar os servidores do grupo de apoio da Educação do Estado do Amazonas e contribuir para que o PL 2531/2021 avance e assegure que o piso salarial contemple todos esses profissionais", afirmou Cléia.
Com a definição do relator, o projeto seguirá os procedimentos regimentais na Comissão de Educação, com prazos para apresentação de emendas e subsequente votação do colegiado. Segundo a presidente da entidade, a expectativa é que essa nova fase ocorra no período pós-eleitoral.
"Aproveitamos a visita enquanto os senadores estavam presentes em Brasília e, pela manhã, já tivemos a designação do relator. Nossa pauta foi atendida e agora teremos o diálogo sobre o que vem pela frente e os próximos passos", destacou.
A defesa dos profissionais administrativos da Educação faz parte da trajetória de Cléia Branches há mais de uma década. Em 2018, ela participou da fundação da AVAMSEG para fortalecer a organização da categoria na busca por reconhecimento e direitos.
Para a dirigente, a aprovação do projeto poderá transformar a realidade de milhares de trabalhadores, sobretudo nas redes municipais do Amazonas:
"A aprovação do PL 2531/2021 será uma das nossas principais conquistas, porque poderá trazer melhoria salarial, valorização e reconhecimento aos servidores das Secretarias de Educação dos municípios do nosso Estado. Essa não é apenas uma luta por um piso salarial. É uma luta por dignidade e reconhecimento", concluiu.




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