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Orquestra de Câmara do Amazonas celebra 15 anos de atividades em grande estilo

Orquestra de Câmara do Amazonas celebra 15 anos de atividades em grande estilo
Orquestra de Câmara do Amazonas celebra 15 anos de atividades em grande estilo

Manaus/AM - Em 2002, 18 músicos realizavam a estreia de um novo grupo musical no Amazonas. Sob a regência do jovem maestro Marcelo de Jesus, recém-chegado de São Paulo para atuar como regente adjunto da Amazonas Filarmônica, a Orquestra de Câmara do Amazonas (OCA) abria uma nova página na história musical amazonense, executando a célebre peça As Quatro Estações, do italiano Antonio Vivaldi.

Exatamente 15 anos depois de sua estreia, a OCA sobe ao palco do Teatro Amazonas nesta terça-feira (17), a partir das 20h, para o concerto As Estações, que trará a famosa suíte de Vivaldi (1678-1741), além da estreia brasileira de Quatro Estações: Recompostas, de Max Richter (1966). O espetáculo, que integra a Série Guaraná XIV, já está com ingressos à venda na bilheteria do Teatro Amazonas, e é uma realização do Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura.

O concerto tem como convidados músicos já conhecidos da casa, como o jovem violinista Bogdan Hudzelaits, da Orquestra Experimental da Amazonas Filarmônica; a harpista Diana Todorova, da Amazonas Filarmônica; e o cravista amazonense Átila de Paula. Os solos ficam a cargo dos integrantes da orquestra: Irina Glibka, Alexandra Tcherkezova, Nikolay Mutafchiev e Fernando Lima fazem os solos da suíte de Vivaldi, e Elena Koynova é a solista da obra de Richter.

Átila de Paula, que também atua como assessor dos Corpos Artísticos, ressalta que quando o concerto de aniversário foi planejado, a tônica foi explorar todas as características da OCA num concerto só. “Esse espetáculo vai ter algo legal, que é o lado afetivo. Na obra de Vivaldi, por exemplo, o Bogdan e a mãe dele, a Irina, dividirão o mesmo solo, além de ter a Diana, que sempre acompanha a OCA quando tem alguma parte com a harpa. Outro ângulo que nós pegamos foi o didático, o diálogo com as novas gerações. E o Bogdan, que é integrante da Orquestra Experimental e foi aluno do Liceu, é parte disso”, completa.

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