Com julgamento marcado para o próximo dia 21 de novembro, o caso “Belota”, crime de triplo homicídio praticado por Jimmy Robert Queiroz Brito, Rodrigo Alves e Ruan Pablo Cláudio Magalhães contra Roberval Roberto Brito, Maria Gracilene e Gabriela Belota, volta a focar em Olga Matos com pedido de quebra do seu sigilo telefônico.
A solicitação da quebra do sigilo telefônico da linha de celular foi cogitado pela polícia mesmo depois de o inquérito ter sido encerrado em virtude de suspeitas levantadas pelos policiais durante aquela fase, quando o potencial interesse de Olga na herança das vítimas foi levantado como possível motivação para suposta participação dela nos homicídios.
O delegado titular da DEHS, Antônio Rondon Júnior, após depoimentos de familiares das vítimas onde ficou aparente o interesse de Olga Matos, que era companheira de Roberval Roberto, nos bens da vítima, resolveu solicitar a quebra do sigilo do telefone celular no período de janeiro a fevereiro de 2013. A expectativa do delegado é de que, em duas semanas, tenha o material em mão para submeter à análise.
