Manaus/AM - O pintor Lucas Pereira da Silva, que morreu eletrocutado enquanto ao despencar de um imóvel onde trabalhava no Conjunto Manoa, na manhã de hoje (22), não utilizava equipamentos de proteção individual (EPI) adequados para o serviço em altura.
Segundo o perito Alan Cida, apesar de estar com sandálias de borracha, o trabalhador acabou entrando em contato com a rede elétrica de alta tensão, o que provocou a descarga fatal.
Alan destacou que o choque elétrico foi tão intenso que causou queimaduras visíveis no abdômen da vítima e levou à queda imediata do terceiro andar do imóvel.
“Foi uma fatalidade. O pintor estava trabalhando com materiais metálicos próximos à rede de energia e, sem proteção, acabou sofrendo a eletropressão e não resistiu”, afirmou o perito.

