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Tjam recua mais uma vez e abre espaço para a liberdade de envolvidos com tráfico

O Tribunal de Justiça do Amazonas, em reunião secreta, anulou a Resolução que redefinia a distribuição de processos envolvendo tráfico  de drogas. A Resolução, baixada em 24 de janeiro, anulava portaria que conferia ao juiz da 2a Vecute,  Mauro Antony, poderes para determinar  escutas telefôncias, fazer diligências,  efetuar  prisões, busca e apreensões, mas em seguida redistribuia os processos, num flagrante desrespeito ao principio do juiz natural.


Com a decisão de hoje, o Tribunal admite que mais uma vez não  ofereceu o  remédio adequado para resolver problemas ligados ao crime organizado.


A  Resolução determinava  que atuariam   quatro juízes, Mauro Antony, Julião Lemos Sobral Júnior, da 3ª Vara Especializada em Crimes de Uso e Tráfico de Entorpecentes, Anagali Marcon Bertazzo, da 6ª Vara Criminal e Henrique Veiga Lima, da 9ª Vara Criminal. Mas os tres últimos se rebelaram, alegando que não foram consultados -  foi a razão para o recuo do tribunal.

 

Caberá agora os   juízes das diversas varasm rovocados por advogados, determinar a soltura ou não dos envolvidos nas últimas operações da Polícia Civil, que teriam sido viciadas.
 
 
 

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