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Apresentações do 60º Festival Folclórico do Amazonas iniciam neste sábado

Manaus/AM  - Bois-bumbás, danças, quadrilhas, garrotes, cirandas, cacetinhos e tribos vão se revezar nas apresentações do 60º Festival Folclórico do Amazonas, que iniciam na noite de sábado (16), na arena do Centro Cultural dos Povos da Amazônia. Ao todo, 72 grupos folclóricos de 17 modalidades da Categoria Ouro exibirão suas cores, trajes típicos e coreografias para o público do evento, que segue até 23 de setembro. O festival da Secretaria de Estado de Cultura.

Na arena, as associações folclóricas locais irão apresentar ao público um pouco da riqueza e da expressividade das culturas populares amazônicas, brasileiras e mundiais. Aí se incluem danças tradicionais – Dança Alternativa, Dança Nordestina, Dança Nacional e Dança Internacional –, Garrotes – Tradicional e Regional –, Quadrilhas – Cômica, Tradicional e de Duelo –, Cirandas, Cacetinhos e Tribos, mais Bois-Bumbás nas modalidades Master A, Master B, Regional e Tradicional.

A programação da noite de abertura do Festival inicia às 19h, com apresentações de 12 grupos: Evolução Nativa Tribal (Boi-Bumbá Regional), Independente do Coroado (Ciranda), Cia. Artística Caracalla (Dança Internacional), Fofas Sim, Bibas Não (Quadrilha Cômica), Cangaceiros do Bale Perdido (Dança Nordestina), Junina Caipira Na Roça Da Betânia (Quadrilha Tradicional), Caipira na Roça (Quadrilha Tradicional), Diva na Roça (Quadrilha Tradicional), Manaós (Cacetinho), Show Funk na Roça (Dança Alternativa), Força Jovem (Ciranda) e Café XV de Outubro (Dança Nacional).

Na abertura e nas demais noites do Festival, cada apresentação terá 30 minutos de duração, à exceção das associações folclóricas das categorias Boi-Bumbá Master A, que terão até duas horas para evoluir na Arena, e Boi-Bumbá Master B, com até 1h30 de apresentação, cada. Nesta edição, a mostra de grupos folclóricos terá caráter não competitivo, exceto para as categorias Boi-Bumbá Master A e B.

Boas expectativas – Embora realizado fora de época, o Festival deste ano tem como marca a superação de adversidades, como assinala Alvacir Siqueira, representante do Boi-Bumbá Corre Campo e representante da modalidade Boi-Bumbá no G7, que reúne folcloristas de todas as modalidades da Categoria Ouro do Festival.

 

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