A Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte informou que, de janeiro a setembro deste ano, a Prefeitura recebeu cerca de 1,2 mil denúncias de possíveis focos do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. Em 2025, os canais oficiais da Prefeitura haviam registrado mais de 1,7 mil solicitações de vistoria ao longo do ano. O secretário municipal de Saúde, Miguel Duarte Neto, destacou a importância da participação da população no combate aos focos.
As denúncias podem ser feitas pelo telefone 156, inclusive de forma anônima, pelo aplicativo BH SIM ou pelo Portal de Serviços, no site servicos.pbh.gov.br. Os registros mais comuns envolvem imóveis abandonados, obras de construção civil inacabadas e piscinas sem manutenção adequada, além de estabelecimentos como borracharias, ferros-velhos e oficinas.
A partir das denúncias e de vistorias de rotina, Agentes de Combate às Endemias e Agentes Sanitários da Prefeitura verificam os imóveis. Quando um foco é identificado, é dado um prazo para a correção; se o problema não for resolvido em nova visita, o caso pode ser encaminhado às áreas de fiscalização sanitária ou urbanística.
A Prefeitura orienta que a checagem doméstica leva cerca de dez minutos e deve cobrir pontos como pratinhos de plantas, caixas-d'água, pneus, vasilhas de animais, calhas, garrafas, lixo, bandejas de geladeiras e de ar-condicionado, piscinas e ralos. Pneus sem uso devem ser guardados cobertos ou levados a uma Unidade de Recebimento de Pequenos Volumes.
Aviso