A polícia paraguaia prendeu, na tarde desta quinta-feira (3), a empresária Dalia López, de 55 anos, apontada como a mentora do esquema de falsificação de documentos que levou Ronaldinho Gaúcho à prisão em 2020.
Dalia foi localizada em uma casa em Assunção após seis anos de fuga, período em que figurou na lista de procurados da Interpol. Em março de 2020, ela organizou a viagem do ex-jogador e de seu irmão, Roberto de Assis, ao Paraguai para um evento beneficente, mas a dupla acabou detida logo no aeroporto com passaportes e identidades falsos.
A situação resultou na prisão de Ronaldinho por quase seis meses no país, entre o período em regime fechado e a prisão domiciliar em um hotel de luxo, mediante fiança milionária. Enquanto o ex-craque retornou ao Brasil após o encerramento do caso, a empresária seguia desaparecida até esta tarde, quando foi finalmente detida para responder pelos crimes de falsificação e associação criminosa.


