A Fiocruz também está desenvolvendo vacinas 100% brasileiras, e já têm quatro projetos, dois deles apenas da instituição e outros dois realizados em diferentes parcerias.
Os 2 projetos da Fiocruz estão ainda em estágio pré-clínico. Um deles se baseia em uma plataforma inovadora de uma vacina sintética, com partículas semelhantes às proteínas do vírus, capazes de induzir uma resposta imunológica.
O segundo é mais tradicional e usa as proteínas do próprio vírus para induzir a produção de anticorpos e das células T, de defesa.
De acordo com o jornal. O Estado de S. Paulo, as duas já foram aprovadas na fase de imunogenicidade e toxicidade em animais. Agora deve-se avaliar a resposta imunológica dos animais em resposta à exposição ao Sars-CoV-2. A partir desses resultados, a Fiocruz vai determinar qual dos dois projetos é mais promissor.
Os outros dois projetos consistem na criação de uma vacina de última geração, baseada em RNA, com uma empresa americana.
E outro também de última geração, feito a partir de partículas sintéticas do vírus em parceria com uma empresa do Reino Unido. Essa vacina já está em fase de estudo clínico de fase 1, na Suíça.



