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Planalto diz que Imbassahy segue na Secretaria de Governo

BRASÍLIA — Oficialmente, o Palácio do Planalto mantém (PSDB) à frente da . O secretário de imprensa, Márcio de Freitas, convocou a imprensa para informar que Imbassahy segue ministro, e que o deputado (PMDB-MS), indicação do PMDB, não assumirá. Contudo, mais cedo, .

— Há conversas sobre o assunto, mas Imbassahy segue no cargo. Só haverá posse de um ministro hoje (quarta-feira) — disse o secretário de imprensa da Presidência, em referência à posse de Alexandre Baldy em Cidades. A cerimônia foi adiada das 15h30 para as 17h.

A Secretaria de Governo é o ministério que cuida da articulação política do Poder Executivo com o Congresso. A pasta fica dentro do Palácio do Planalto e tem grande peso político.

Na última terça-feira, para assumir a secretaria, mas afirmou que ainda não tinha recebido o convite.

— Não fui convidado, mas fico à disposição do presidente — afirmou o deputado.

Desde o último dia 13, quando o deputado tucano Bruno Araújo se demitiu do Ministério das Cidades alegando falta de apoio do partido, o governo está em mais um impasse. Em meio à estratégia inicial de fazer uma reforma ministerial ampla, houve reação da base aliada. A linha de corte inaugural, que não prosperou, seria que todos os ministros candidatos em 2018 saíssem já da Esplanada, antecipando em quatro meses a exigência da legislação eleitoral. Por enquanto, só a pasta das Cidades foi substituída. No próximo dia 9, o PSDB, partido de Imbassahy, ministro palaciano responsável pela articulação política, decidirá se sai de vez ou não do governo Temer.

Marun foi a indicação do PMDB, comunicada ao Planalto definitivamente nesta terça-feira. Ele foi da tropa de choque governista na Câmara para barrar duas denúncias criminais contra Temer e também esteve na linha de frente na defesa do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, preso no âmbito da Lava-Jato.

Partidos da base aliada, especialmente os do centrão, fazem reclamações antigas ao cargo de Imbassahy no Planalto, que, na prática, torna o ministro da pasta um auxiliar direto do presidente, um andar acima do gabinete presidencial. Essas legendas insatisfeitas argumentam que entregam mais votos e fazem defesa mais fiel do governo, mas que perdem espaço na Esplanada dos Ministérios para o PSDB, que está rachado.

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