Após passar quatro meses preso, Mauro Cid finalmente deixou a prisão nesse sábado (9), após assinar um acordo de delação premiada com a PF. A partir disso, Cid perdeu o direito ao silêncio e terá que fornecer informações relevantes à investigação.
Dependendo do que o ex-ajudante de ordens de Bolsonaro revelar, ele pode até conquistar o perdão de pena.
A expectativa é que ele relate detalhes da venda ilegal das joias que ex-presidente ganhou de autoridades sauditas, da fraude no cartão de vacinas de Bolsonaro e ainda sobre a minuta do golpe planejado por aliados de Jair.
Todas as informações serão checadas a fundo pela PF para garantir os benefícios concedidos na delação. Caso haja omissão ou inverdades da parte de Mauro Cid, o acordo poderá ser rescindido e o delator pode volta para a prisão.
Por enquanto, Cid permanece sendo monitorado por tornozeleira eletrônica e cumpre uma série de medidas restritivas. Ele precisou entregar o passaporte e teve os registros de armas suspensos.



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