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O concurso e o vai-e-vem de liminares

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A coisa chegou a ser cronometrada. A Prefeitura de Manaus confirmou na sexta-feira a realização do concurso da Semsa. No mesmo dia o Tribunal de Contas mandou suspender as provas, alegando vícios no edital. À tarde a liminar foi derrubada. No sábado,   às 06h55  a juíza Cláudia Monteiro Pereira Batista determinou a suspensão do certame,  e às 18h54 o desembargador Jorge Luiz Lopes Lins revogou a liminar de primeiro grau e mandou  realizar as provas.

Ninguém lembrou de perguntar que efeito psicológico esse vai-e-vem de decisões judiciais provocaria na cabeça dos candidatos.

E o pior ainda está para acontecer. A decisão do desembargador não cessa as medidas interpostas pelo Ministério Público  nem garante que os aprovados no certame vão ser convocados. O risco de anulação continua, mesmo após a realização das provas.
 

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Raimundo Holanda

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