Bahia registrou mais de 7.500 notificações de chikungunya até a semana epidemiológica 31 de 2026, encerrada em 3 de agosto, segundo dados da Secretaria de Saúde do Estado (Sesab). O número representa alta de quase 287% em comparação com o mesmo período de 2025, quando o estado somava menos de 2.000 casos. Uma morte pela doença foi confirmada no período.
Em Salvador, foram 308 casos confirmados até julho, contra 28 no mesmo intervalo do ano passado, aumento superior a 1.000%. Os bairros do Subúrbio Ferroviário e de Itapagipe concentram o maior número de registros na capital baiana.
No interior do estado, 181 municípios já notificaram casos da doença em 2026. Alagoinhas lidera com mais de 2.250 casos prováveis, seguida por Muritiba, com cerca de 780, e Rio Real, com mais de 720 casos suspeitos.
A chikungunya é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, o mesmo vetor da dengue e da zika. A Secretaria de Saúde da Bahia orienta a população a eliminar focos de água parada e a procurar uma unidade básica de saúde em caso de febre, dor nas articulações ou outros sintomas compatíveis com arbovirose.



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