PARIS, 1 Abr (Reuters) - A China terá que se envolver mais diretamente na restauração dos fluxos de tráfego no Estreito de Ormuz em algum momento, pois o número de embarcações que passam por ele é provavelmente insuficiente, disse o chefe da marinha francesa nesta quarta-feira.
"Não vimos a marinha da China intervir para reabrir o estreito. Por outro lado, há um diálogo político direto entre as autoridades chinesas e iranianas para garantir que um determinado número de embarcações possa passar. Isso será suficiente para restaurar os fluxos normais de tráfego? Acredito que não", disse o almirante Nicolas Vaujour na conferência de segurança Guerra e Paz, em Paris.
"Como resultado, a China provavelmente terá que se envolver mais diretamente no debate e mostrar sua impaciência com o fato de o estreito continuar fechado."
(Reportagem de John Irish)


