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Detido, López pede participação em consulta realizada pela oposição

CARACAS — Detido desde 2014 e em prisão domiciliar desde a semana passada, o líder do partido Vontade Popular, Leopoldo López, pediu a eleitores do país que votem hoje na consulta realizada pela oposição venezuelana soibre a Constituinte proposta pelo presidente Nicolás Maduro.

Condenado a 13 anos e 9 meses de prisão, o ex-prefeito de Chacao passou mais de três anos em uma cela na prisão militar de Ramo Verde, antes poder retornar a casa. Por determinação da Justiça, López é proibido de se comunicar com a imprensa ou deixar sua residência, e é obrigado a usar uma tornozeleira eletrônica, exibiu em uma foto publicada na conta de sua mulher, Lilian Tintori, no Twitter.

A foto da tornozeleira, que destaca também uma tatuagem com o mapa da Venezuela na panturrilha de López, foi publicada também com um apelo do líder opositor:

“Continuo preso, não posso ir a meu centro. Por isso lhes peço que deem os passos necessários até os seus centros e votem pela Venezuela”.

Ainda que o governo e o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) não reconheçam a legitimidade da consulta organizada pela oposição, boas parte dos 2 mil pontos de votação reuniram grandes números de leitores e registraram longas filas.

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