O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que Israel não voltará a bombardear o Líbano e disse que a medida está "proibida" por Washington. A declaração foi feita em publicação na Truth Social, após o anúncio realizado pelo Irã de que o Estreito de Ormuz estava aberto novamente para a navegação de navios comerciais.
Segundo Trump, os EUA também irão atuar diretamente com o governo libanês para lidar com o Hezbollah. "Os EUA irão, separadamente, trabalhar com o Líbano e lidar com a situação do Hezbollah de maneira apropriada", escreveu.
Na mesma mensagem, o republicano mencionou um acordo envolvendo operações militares americanas, afirmando que os Estados Unidos ficarão com toda a "poeira nuclear" gerada por bombardeiros B-2, sem qualquer compensação financeira. "Nenhum dinheiro será trocado de qualquer forma", disse.
Trump ressaltou ainda que o entendimento citado não está condicionado ao Líbano. Ao reforçar a posição sobre Israel, foi enfático: "Israel não voltará a bombardear o Líbano. Isso está PROIBIDO pelos EUA. Já basta!!!".
Em outra publicação, Trump afirmou que, após a normalização da situação no Estreito de Ormuz, foi procurado pela Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), mas rejeitou qualquer apoio. "Disse para ficarem longe, a menos que queiram apenas carregar seus navios com petróleo", declarou, acrescentando que a aliança foi "inútil quando necessária".
O presidente dos EUA também agradeceu a países do Golfo pelo apoio recente. "Obrigado à Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Catar por sua grande coragem e ajuda!", escreveu.
Em outra mensagem, afirmou que o Irã, com ajuda dos EUA, "removeu ou está removendo todas as minas marítimas".



