Ele justificou que o enxugamento da máquina ocorre desde o primeiro dia de governo, com criação de plano de cargos e carreiras, realização de concursos públicos e redução de mil empregos comissionados. A economia com a redução de secretarias será de R$ 25 milhões. Somada ao corte de comissionados, chega a R$ 50 milhões.
O aumento das pastas estaduais obedeceu, de acordo com Campos, a uma estratégia de gestão para adoção de projetos de administração e não significaram aumento na despesa proporcional com função comissionada. As Secretarias de Transportes e de Recursos Hídricos se fundiram numa nova pasta, a de Infraestrutura; as de Articulação Social e Regional e de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos serão anexadas à de Governo, que passa a se chamar Secretaria de Governo e Desenvolvimento Social; a de Esportes será incorporada pela de Educação e a Casa Militar e a assessoria do governador passarão a integrar o gabinete do governador.
