A Bahia teve taxa de desocupação de 9,1% no segundo trimestre de 2026, uma das mais altas entre as unidades da federação, segundo a PNAD Contínua divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 14 de agosto.
O patamar baiano fica bem acima da média nacional de 5,4% no mesmo período, e coloca o estado entre os cinco piores resultados do país, atrás apenas de Amapá (9,8%).
Uma taxa de desocupação elevada tende a ampliar a informalidade e a subutilização da força de trabalho, com trabalhadores aceitando jornadas parciais ou bicos por falta de vagas formais, o que pressiona para baixo a renda média da população.
O IBGE registrou queda na desocupação em 13 das 27 unidades da federação na comparação com o trimestre anterior, mas a Bahia segue entre os estados com maior dificuldade para reduzir o desemprego.




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