O Maranhão tem a menor densidade de antenas 5G do Brasil, com 1,16 unidade para cada 10 mil habitantes, segundo levantamento do portal Teletime com base em dados abertos de outorgas de estações da Anatel, divulgado em agosto de 2025. O número contrasta com o do Distrito Federal, líder do ranking, com 5,96 antenas por 10 mil habitantes, e com o do Rio de Janeiro, segundo colocado, com 4,11.
A diferença de infraestrutura aparece junto com outro dado do setor: em nível nacional, a Vivo lidera a velocidade média de conexão e também a velocidade em 5G, enquanto a TIM tem a maior disponibilidade de sinal 5G entre as operadoras, segundo relatório da Opensignal referente ao quarto trimestre de 2025, divulgado em janeiro de 2026.
Na prática, menor densidade de antenas tende a significar sinal mais fraco ou instável em boa parte do território maranhense, o que afeta diretamente quem depende de conexão rápida para trabalhar remotamente, vender produtos pela internet ou enviar arquivos grandes para estudo. Em nível regional, a pesquisa Tic Domicílios do IBGE, divulgada em julho de 2026 com dados da PNAD Contínua de 2025, mostra que a banda larga fixa chega a 92,8% dos domicílios do Nordeste, região que inclui o Maranhão, mas a banda larga móvel na mesma região é a menor do país, presente em 72,4% dos domicílios.
A Anatel disponibiliza um painel próprio de cobertura de telefonia móvel por estado e tecnologia, mas a ferramenta não publica um ranking pronto nem indica claramente a data de atualização dos dados exibidos, o que limita a comparação direta com números de anos anteriores.



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