A Alibaba começou a cobrar pelo assistente de inteligência artificial voltado ao trabalho de escritório disponível em seu aplicativo Qwen. A gigante chinesa do comércio eletrônico passou a oferecer três níveis de assinatura para a ferramenta, com planos anuais que vão de 200 iuanes, cerca de 30 dólares, a 1.499 iuanes na versão mais completa, conforme a listagem do aplicativo na App Store.
Além das mensalidades, os usuários podem comprar créditos adicionais para geração de vídeos, com valores que variam de 26 a 968 iuanes, dependendo dos limites de uso contratados. O chatbot Qwen em si continua gratuito, e a cobrança se aplica apenas ao assistente voltado a tarefas profissionais.
A mudança serve como teste para saber se empresas e consumidores estão dispostos a pagar por assistentes digitais. Manter modelos de linguagem de grande porte e agentes multimodais funcionando em larga escala exige um volume elevado de capacidade computacional, o que torna a monetização peça central para compensar os custos crescentes de infraestrutura à medida que a tecnologia amadurece.
O movimento acompanha o esforço da companhia para transformar o Qwen em algo maior do que um chatbot isolado. A estratégia aponta para a construção de um ecossistema de agentes de inteligência artificial, no qual a ferramenta executaria tarefas de forma integrada em vez de apenas responder a perguntas.



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