RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - A polícia militar do Rio de Janeiro interrompeu os chamados blocos secretos na madrugada desta terça-feira (25), no centro da cidade. Segundo relatos de presentes, a PM utilizou máscaras e bombas de efeito moral para encerrar os eventos, causando medo e correria.
"A polícia apareceu em umas 20 viaturas atirando bomba, não teve diálogo", disse Bruno Lapa, 32, que estava com a namorada e amigos no Píer Mauá, onde alguns blocos noturnos costumam se reunir.
A nutricionista Amanda Moutela foi até a região do museu do Amanhã, no centro, às 5h, para tentar curtir o bloco 442, mas não conseguiu. Ela diz que os agentes estavam usando máscaras e tentando intimidar os foliões. "Eles desceram dos carros com uma máscara tampando o rosto e segurando armas de bala de borracha", diz.
Os chamados blocos secretos não constam na lista oficial da Prefeitura do Rio, e para acompanhá-los é preciso estar atento às redes sociais, pois o dia e local são divulgados em cima da hora. Antes do Carnaval, a prefeitura havia dito que não teria repressão policial contra esses blocos, apenas multa.
A PM foi procurada para comentar os incidentes, mas não respondeu ao contato da reportagem.
"A polícia apareceu em umas 20 viaturas atirando bomba, não teve diálogo", disse Bruno Lapa, 32, que estava com a namorada e amigos no Píer Mauá, onde alguns blocos noturnos costumam se reunir.
A nutricionista Amanda Moutela foi até a região do museu do Amanhã, no centro, às 5h, para tentar curtir o bloco 442, mas não conseguiu. Ela diz que os agentes estavam usando máscaras e tentando intimidar os foliões. "Eles desceram dos carros com uma máscara tampando o rosto e segurando armas de bala de borracha", diz.
Os chamados blocos secretos não constam na lista oficial da Prefeitura do Rio, e para acompanhá-los é preciso estar atento às redes sociais, pois o dia e local são divulgados em cima da hora. Antes do Carnaval, a prefeitura havia dito que não teria repressão policial contra esses blocos, apenas multa.
A PM foi procurada para comentar os incidentes, mas não respondeu ao contato da reportagem.



