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Prevalência da epilepsial

- A epilepsia é um distúrbio de alta prevalência em todo o mundo, mas especialmente em países em desenvolvimento onde o sistema de saúde ainda apresenta falhas na prevenção de uma das causas mais comuns da epilepsia, as doenças infecciosas. É definida como uma alteração temporária e reversível do funcionamento do cérebro, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos o cérebro emite sinais errôneos e dependendo de sua localização a crise será parcial ou generalizada. Muitas vezes apresenta causa desconhecida ou decorrente de traumas sofridos na cabeça, no parto, abuso de álcool ou drogas, tumores e outras doenças neurológicas. Quanto aos sintomas variam de a pessoa apresentar-se "desligada" por alguns instantes a distorções de percepção ou movimentos descontrolados de alguma parte do corpo, perdas de cosciência ou déficits de memória, entre outras. Infelizmente somente 10-40% dos pacientes recebem tratamento medicamentoso e a oferta de tratamento cirúrgico está aquém da ideal. Estima-se que a mortalidade global dessa população seja duas ou três vezes maior do que a população geral. Foram feitos estudos epidemiológicos no Brasil de 1980 a 2003 e constatou-se felizmente uma redução na mortalidade por epilepsia, principalmente por uma maior e melhor disponibilidade de drogas anti epilépticas. Normalmente a epilepsia acomete mais o sexo masculino por conta das outras doenças associadas que são mais prevalentes nesse gênero. Para o controle da doença evitar bebidas alcoólicas, não passar noites em claro, ter uma dieta equilibrada e evitar o estresse. Referência: epilepsia.org.br FERREIRA, I. de L. M.; SILVA, T.P.T e. Mortalidade por epilepsia no Brasil, 1980-2003. Ciência & Saúde Coletiva, v.14, n.1, p. 89-94, 2009. Por Joyce Rouvier

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