Manaus tem uma quinta-feira de calor intenso, com temperatura mínima de 27°C e máxima prevista em 37°C. O céu alterna sol forte e períodos de nebulosidade ao longo do dia, com possibilidade de pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas a partir da tarde, quando a umidade do ar cai bastante em relação ao início da manhã.
No interior do estado, o cenário é de tempo firme e calor elevado na calha do Baixo Amazonas, com Parintins registrando as temperaturas mais altas da região e Itacoatiara com pequena chance de chuva isolada. Já na calha do Solimões, Manacapuru tem boa probabilidade de aguaceiros durante o dia, enquanto Tefé segue com tempo mais seco. O Alto Solimões, em Tabatinga, e a calha do Madeira, em Humaitá, concentram as maiores chances de chuva na região amazonense. O período também coincide com a vazante dos rios: o Rio Negro já caiu cerca de dois metros em pouco mais de três semanas e segue abaixo do nível registrado no mesmo período do ano passado, situação que mantém diversos municípios do Amazonas em estado de atenção.
Com o calor forte e o ar mais seco à tarde, é importante manter a hidratação constante, usar protetor solar e evitar exposição direta ao sol entre o meio-dia e as primeiras horas da tarde. Já nos momentos de chuva, o cuidado deve ser com alagamentos e água acumulada, que favorece a proliferação do mosquito da dengue, além do risco de mofo em ambientes fechados e do agravamento de doenças respiratórias. Crianças, idosos e pessoas com asma ou rinite merecem atenção redobrada tanto no calor extremo quanto nos períodos de chuva.
Para quem for se deslocar, vale levar guarda-chuva ou capa de chuva e dirigir com cautela nas vias que ficarem molhadas, mantendo distância segura dos veículos da frente. Durante trovoadas, o recomendado é evitar áreas abertas, proximidade de rios e igarapés. Para o restante do dia, a tendência é de calor predominante em Manaus, com possibilidade de chuva isolada ao final da tarde e à noite, enquanto o interior do Amazonas segue dividido entre o tempo seco das calhas do Baixo Amazonas e Solimões central e as chuvas mais frequentes no Alto Solimões e na calha do Madeira.
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