
A obra resultado de um convênio com o Governo Federal celebrada pelo ex-prefeito José Maria Freitas Júnior contabiliza o terceiro desmoronamento. No final de 2012, embora já não exercesse o mandato, o ex-prefeito acompanhou pessoalmente a conclusão da "obra" que já havia desmoronado anteriormente. Foi feito às pressas o trabalho de alvenaria, pintura e até mesmo o plantio de gramínea. A obra não resistiu mais uma vez. Com a vazante do rios, o terreno vai deslizando diariamente. Mas um caso de desperdício de dinheiro público com um projeto mal elaborado e mal executado.
