O Instituto de Pesquisas Econômicas, Administrativas e Contábeis de Minas Gerais (Ipead), vinculado à Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), registrou alta de 0,46% no valor do aluguel residencial em Belo Horizonte na quarta quadrissemana de setembro. O percentual consta do Índice de Preços ao Consumidor de Renda Restrita da capital, que mede o custo de vida de famílias com renda de um a cinco salários mínimos.
No mesmo levantamento, o grupo Habitação, que reúne aluguel, taxas e manutenção residencial, subiu 0,99% no mês, acumulando alta de 6,29% no ano e de 7,40% em 12 meses, de acordo com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo da capital, também calculado pelo Ipead. O item variou mais do que o índice geral da cidade, que fechou o período com alta de 0,21%.
No acumulado, esse índice amplo soma 3,89% no ano e 4,38% em 12 meses. Já o indicador de renda restrita, usado como referência para famílias de menor renda, teve variação de 0,17% no mês, com acúmulo de 4,14% no ano e de 3,96% em 12 meses.
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