O prefeito de Balneário Barra do Sul (SC), Valdemar Baraúna da Rocha (PP), sugeriu que as enchentes no Rio Grande do Sul – que já afetaram mais de 2 milhões de pessoas, deixando 581 mil delas desabrigadas – ocorrem porque o estado tem menos igrejas do que centros, dando a entender se tratar de religiões de matriz africana.
“O que está acontecendo lá no Rio Grande do Sul? É aquela enchente. Mas aí nós fomos ver uma estatística aí, e é o estado que menos tem igreja. E lá é centro de, de, de… que não agrada aos olhos de Deus. Será que Deus não está chamando eles a uma responsabilidade", disse o prefeito em entrevista à Rádio FM Litoral, de Santa Catarina.
A declaração de Valdemar foi criticada nas redes sociais e classificada como crime de intolerância religiosa.

