A Copasa defendeu, em ofício enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que decisão do Tribunal de Contas de Minas Gerais (TCE-MG) tomada na semana passada não representou uma proibição da oferta de ações que possibilitará a privatização da companhia.
Segundo a empresa, a decisão do TCE-MG permitiu que algumas etapas preparatórias continuem, mas recomendou que qualquer passo definitivo espere uma conclusão do tribunal. No entender da companhia, esta é uma orientação para que atos finais fiquem para depois.
De acordo com a Copasa, a estrutura analisada não envolve "edital de venda" nem "leilão", porque a venda, se ocorrer, deve ser feita por meio de uma oferta pública de ações. A empresa acrescentou que, até agora, não recebeu do Estado definições sobre o cronograma e que vai informar o mercado quando houver novidades.
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