A alta de 3,84% no preço da gasolina puxou a inflação no varejo medida pelo Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) em abril, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta sexta (8). O subitem já tinha liderado o ranking de maiores pressões no mês anterior, com avanço de 3,85% em março.
Em abril, houve contribuições também de leite tipo longa vida (15,68%), perfume (6,45%), passagem aérea (3,68%) e tarifa de eletricidade residencial (0,71%). Na direção oposta, figuraram entre os principais alívios bombons e chocolates (-3,26%), café em pó (-1,33%), maçã (-3,56%), hotel (-1,26%) e frango em pedaços (-1,05%).
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC-DI) passou de uma alta de 0,67% em março para uma elevação de 0,88% em abril.
Três das oito classes de despesa registraram taxas de variação mais elevadas: Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,05% em março para 1,33% em abril), Educação, Leitura e Recreação (de -0,97% para 0,32%) e Habitação (de 0,36% para 0,46%).
A taxa foi mais branda em Despesas Diversas (de 1,70% para 0,10%), Vestuário (de 0,48% para 0,02%), Alimentação (de 1,31% para 1,19%), Comunicação (de 0,10% para 0,00%) e Transportes (de 1,51% para 1,47%).



