A taxa de desemprego do Rio Grande do Norte caiu para 5,6% no segundo trimestre de 2026, o menor nível da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua no estado, iniciada em 2012, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O recuo de 1,9 ponto percentual em relação ao primeiro trimestre foi o maior entre os 27 estados no período.
Mesmo com a queda expressiva, o percentual potiguar ainda fica acima da média nacional, de 5,4% no trimestre encerrado em junho. O IBGE aponta que a redução do desemprego no estado ocorreu em meio à perda de fôlego na geração de empregos formais ao longo de 2026.
Na prática, mais pessoas no Rio Grande do Norte conseguiram algum tipo de ocupação no período, ainda que parte desses postos seja informal, o que tende a se refletir em renda menos estável para parte dos trabalhadores. O rendimento médio no estado ficou em torno de R$ 3.738 por mês, segundo o levantamento.
A Bahia teve a segunda maior taxa de desemprego do país no período, com 9,1%, atrás apenas do Amapá, com 9,8%, evidenciando a disparidade regional que ainda marca o mercado de trabalho brasileiro.



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