Eliminada do BBB 26 na última quinta-feira (16) com 71,80% dos votos, a advogada Jordana, de 29 anos, falou pela primeira vez sobre a polêmica que marcou sua trajetória fora da casa: o uso de cotas raciais em um concurso público do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT).
A informação, que veio à tona logo nas primeiras semanas do reality, gerou uma onda de críticas nas redes sociais e rendeu à ex-participante apelidos pejorativos. Em entrevista ao portal Léo Dias , Jordana alegou que a inscrição ocorreu há uma década e que sua percepção sobre identidade racial era diferente na época.
"Eu tinha 19 anos, não tinha o conhecimento necessário sobre o assunto. Hoje eu entendo. De fato, eu acho que nunca fui vista como uma mulher branca durante a minha infância, de verdade. Então era uma coisa que eu não entendia dessa forma", explicou a advogada.
A polêmica foi um dos fatores que contribuiu para o alto índice de rejeição de Jordana no penúltimo Paredão da temporada, enfrentado contra Ana Paula Renault e Juliano Floss. Fora da disputa pelo prêmio milionário faltando apenas cinco dias para a final, a ex-sister demonstrou arrependimento.
"Hoje eu entendo a seriedade do assunto, toda a responsabilidade, e não faria novamente. Nem lembrava disso. Mas os erros estão aí, a gente entende, a gente aprende", reforçou Jordana, tentando encerrar o assunto que a colocou no centro de um debate sobre letramento racial e privilégios.



