Três policiais militares acusados de participação no assassinato de Antônio Vinícius Lopes Gritzbach, delator do PCC, tiveram a prisão preventiva revogada nesta quarta-feira (10) e vão responder ao processo em liberdade.
O Conselho Permanente de Justiça, ligado ao Tribunal de Justiça Militar de São Paulo, revogou as prisões do tenente Thiago Maschion Angelim da Silva e os soldados Abraão Pereira Santana e Julio Cesar Scarlett Barbini.
De acordo com a Folha de S. Paulo, três agentes são apontados como executores do crime, outros 14 por atuarem como escolta de Gritzbach e um por falsidade ideológica e prevaricação. Paralelamente, um processo também tramita na Justiça comum.
Durante a audiência, cinco testemunhas de acusação foram ouvidas, sendo duas sob proteção. A próxima fase será a oitiva das testemunhas de defesa.



