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Relação do uso de diuréticos e densidade mineral óssea

- O uso de diuréticos de alça é um dos medicamentos mais utilizados, sendo o terceiro medicamento mais consumido em mulheres acima de 65 anos. Eles são prescritos principalmente para o tratamento de hipertensão e nos casos de sobrecarga de fluidos. Eles costumam aumentar a excreção de cálcio por inibirem o transportador de sódio, potássio e cloreto nas alças de Henle dos rins. Por conta dessa excreção o uso crônico desses diuréticos pode aumentar o risco de perda óssea. Em contraste, alguns estudos afirmam que o uso de diuréticos tiazídicos aumentam a densidade mineral óssea em mulheres na pós menopausa, pois ele reduziria a a reabsorção óssea e promove a reabsorção de cálcio o que afetaria positivamente a densidade mineral óssea. Com relação o uso de beta bloqueadores e bloqueadores dos canais de cálcio os resultados ainda são controversos. Alguns pesquisadores afirma que mesmo os diuréticos de alça não são apresentam perda óssea generalizada. Parece que eles afetam mais a área do quadril. Além da excreção urinária aumentada de cálcio eles constataram o desequilíbrio do turn over do paratormônio (PTH). Apesar da perda óssea no quadril não foram encontradas relações com um aumento no risco de quedas e fraturas. Referência: LIM, L.S. et al. Loop diuretic use and rates of hip bone loss, and risk of falls and fractures in older women. J Am Geriatr Soc, v.57, n.5, p.855-862, 2009. KANG, K.Y. et al. The effects of antihipertensive drugs on bone mineral density in ovariectomized mice, J Korean Med Sci, v.28, n.8, p.1139-1144, 2013. Por Joyce Rouvier

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